Tunic: Review

nicialmente, pensei que Tunic era pouco mais que uma homenagem reverente a The Legend of Zelda. Seu ponto de vista isométrico pode se desviar da perspectiva de cima para baixo usada nos primeiros jogos Zelda, como A Link to the Past, mas as outras semelhanças serão imediatamente familiares para quem já embarcou em uma aventura Hyruliana antes. Tanto Link quanto o adorável protagonista de raposa de Tunic têm uma propensão a empunhar uma espada e um escudo enquanto vestem roupas verdes e exploram todos os tipos de templos abandonados e florestas densas.



Os primeiros 30 minutos de Tunic ou algo assim fazem pouco para dissipar as comparações. Aos poucos, porém, isso começa a mudar. Em pouco tempo, você se verá lutando desesperadamente para sobreviver, emergindo de batalhas tensas e envolventes com apenas uma lasca de saúde restante, enquanto descobre os segredos abstrusos desse mundo misterioso. Acontece que Tunic tem menos em comum com Zelda do que parece inicialmente. Em vez disso, é um genuíno tipo Souls.


Além disto Tunic traz uma das melhores coisas da saga Zelda como inspiração que são suas trilhas sonoras, as quais passamos horas ouvindo e não enjoamos.


Pontos Positivos:

* Ótimo sistema de combate e extremamente recompensador.

* Fantástica sensação de exploração e admiração.

* Ótima trilha sonora.

* E tenho de mencionar os manuais do jogo que são extremamente bem feitos e fofos.


Pontos Negativos:

* A viagem rápida é restritiva, o que torna o retorno a áreas anteriores excessivamente trabalhoso. Porem para alguns jogadores que gostam de explorar pode não trazer relevância alguma.

* Devido ao estilo do campo de visão do jogo é razoavelmente fácil você ficar preso em certas partes ou até mesmo não enxergar certas partes do mapa.


Considerações finais: Para aqueles amantes do estilo Souls e que gostam de uma aventura estilo Zelda, este provavelmente será um dos jogos mais divertidos que já jogaram, apesar de sua dificuldade.


Nota: 8,5